Por: Tati Teixeira
Beyond Disdain acaba de lançar seu novo álbum poderoso de rock melódico que nos faz sentir vivos, canções que nos levam a pensar, que nso fazem sentir em contato com aquele rock heavy metal que quase ninguém sabe fazer bem atualmente, com aquele clima que mexe com nossos sentimentos e que traz à tona nosso coração entorpecido.
O segundo álbum do Beyond Disdain, Till Death Parts Us, já está disponível pela Retro Modern Records. O disco de 18 faixas é o lançamento mais ambicioso da banda de hard rock de Miami até o momento, levando a mistura de riffs pesados e vocais assombrosos para um território mais sombrio e cinematográfico: luto, memória, perda, obsessão e sobrevivência, na tradição do hard rock e metal alternativo do início dos anos 2000 de bandas como Paramore, Evanescence, Flyleaf, Breaking Benjamin e Chevelle.
A primeira faixa é a forte e intensa The Lies Beneath uma música forte para iniciar esse trabalho, de cara já ligamos nosso lado que ama emocore, hardrock, mergulhamos nessa melodia que nos faz refletir, que nos faz entir em contato com sentimentos profundos, que nos liberta de dores, essa música é sensacional, poderosa, e desperta nossa vontade de ouvir mais e mais do disco, uma música que ao cantar junto nos sentimos libertados, nos faz acordar para nossa sensações, parar e pensar um pouco em nós e o que está dentro do nosso coração, essa música é expressiva.
Marionette é uma canção que tem intensidade, que traz uma melodia pesada, que nos faz cantar junto, esse disco como um todo é exatamente o que procuramos há anos, é como se tivessemos uma reformulação de Paramore e Evanescence e francamente, a gente amava essas bandas, e ainda o Beyond Disdain traz um inovação, uma pegada bem emocionante, nós amamos cada segundo dessa faixa que colocou na mesa muito das coisas que pensamos, é uma força que vem de dentro de nós, que sempre nos sentimos assim e agora temos uma música que nos representa, nós amamos.
Confliction coloca a gente para pensar, para entender nossos sentimentos para nos dar aquela pausa na rotina caótica para que possamos entrar em contato com nós mesmos, nós observamos nossas emoções, nossos conflitos, nós nos entendemos, nos sentimos mais uma vez representados, uma canção que traz pensamentos mais sombrios, que nso faz sentir expressados, as vezes precisamos tocar esas sensações escondidas, e isso é muito bom para que posssamos sentir vivos.
Lost Inside The Sound da continuidade ao clima de profundidade do álbum, é forte, nós precisamos falar que o instrumental desse álbum merece destaque, é simplesmente saensacional, cheio de qualidade, conseguem dar a música uma intensidade única, elevando o nível das canções, dando sensações, tocando o ouvinte e conseguindo interagir com os vocais e com a narrativa, deixando tudo mais intensidade. Essa música é um grito de expressão do nosso coração, da nossa mente, dos nossos pensamentos que nos assolam, nós amamos a força que n´so ficamos depois de ouvir essa música, ela nos toca de uma forma que nos edifica.
Sem mais spoiller esse é com certeza um dos melhores discos de Rock que ouvimos esse ano, ela nos deixa cheios de expressão, consegue nos entender, nos desperta os sentimentos e tem muita qualidade, nós amamos.
Ouça:
Tradução:Beyond Disdain has just released their powerful new album of melodic rock that makes us feel alive, songs that make us think, that make us feel in touch with that heavy metal rock that almost nobody knows how to do well these days, with that atmosphere that stirs our feelings and brings our numbed hearts to the surface. Beyond Disdain's second album, Till Death Parts Us, is now available via Retro Modern Records. The 18-track album is the Miami hard rock band's most ambitious release to date, taking the mix of heavy riffs and haunting vocals into darker, more cinematic territory: grief, memory, loss, obsession and survival, in the tradition of early 2000s hard rock and alternative metal bands like Paramore, Evanescence, Flyleaf, Breaking Benjamin and Chevelle. The first track is the strong and intense "The Lies Beneath," a powerful song to start this work. Right away, we connect with our emocore and hard rock side, immersing ourselves in this melody that makes us reflect, that connects us with deep feelings, that liberates us from pain. This song is sensational, powerful, and awakens our desire to hear more and more of the album. Singing along to it makes us feel liberated, awakens us to our sensations, makes us stop and think a little about ourselves and what's inside our hearts. This song is expressive. Marionette is a song that has intensity, a heavy melody that makes you want to sing along. This album as a whole is exactly what we've been looking for for years; it's like a reworking of Paramore and Evanescence, and frankly, we loved those bands. Beyond Disdain brings innovation, a very emotional feel. We love every second of this track, which puts many of our thoughts on the table. It's a force that comes from within us, something we've always felt, and now we have a song that represents us. We love it. Confliction makes us think, understand our feelings, gives us a break from the chaotic routine so we can get in touch with ourselves. We observe our emotions, our conflicts, we understand ourselves, we feel represented once again. It's a song that brings darker thoughts, that makes us feel expressed. Sometimes we need to touch those hidden sensations, and that's very good so we can feel alive. "Lost Inside The Sound" continues the album's profound atmosphere; it's powerful. We need to mention that the instrumental work on this album deserves special mention—it's simply sensational, full of quality. They manage to give the music a unique intensity, elevating the level of the songs, creating sensations, touching the listener, and interacting with the vocals and the narrative, making everything even more intense. This song is a cry of expression from our hearts, our minds, our thoughts that plague us. We love the strength we feel after listening to this song; it touches us in a way that uplifts us. Without further spoilers, this is certainly one of the best rock albums we've heard this year. It leaves us full of expression, understands us, awakens our feelings, and has a lot of quality. We love it. Listen:

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