Tim Lea Young traz álbum de música clássica que nos relaxa e nos faz flutuar




Por: Tati Teixeira

Tim Lea Young acaba de lançar novo e lindo disco, um trabalho repleto de paz, conforto e de sensações que amamos sentir, nosso corpo flutuando em meio a sonoridades delicadas, bem feitas e relaxantes, um álbum que nos conquistou.

A Transformation Of Nature In Art combina composição experimental contemporânea com um elenco de personagens decididamente analógico: um Hammond M102 de 1966 e seu alto-falante Leslie, um piano vertical Broadwood de 100 anos e um violão que pertenceu ao falecido pai de Tim.

Gravado ao longo de vários anos, o resultado é um álbum que trata “orquestral” e “lúdico” como ideias compatíveis: linhas de piano, crescendos de Hammond, orquestra de cordas de 22 músicos, vocais excêntricos, gravações ambientais, violão e elementos percussivos.

A primeira faixa é Greenacres, uma canção que abre de forma espetacular o disco, pois nos mostra a que o álbum veio, um trabalho que nos permite quase que visualizar a natureza, que nos traz cenas mentais que nos relaxam, que nos fazem dar uma pausa em toda correria do dia a dia e mergulhar completamente em um espaço de tranquilidade, onde podemos nos sentir confortáveis, repletos de boas sensações, essa  música tem uma execução instrumental linda e de muita complexidade, nos fazendo querer sentir e ouvir cada arranjos, isso nos deixa flutuando e com vontade de ouvir mais e mais o que vem pela frente.

The view é a segunda faixa, uma canção que nos traz uma sensação completa de imersão, parece ate que ouvimos pingos de chuva, é uma sensação que nos deixa desconectados de tudo que é ruim, refresca a mente, refresca a alma, uma música que tem muita qualidade sonora, que tem personalidade, que cresce com o passar dos segundos, que mistura algo como a natureza abrindo espaço para algo tecnologico, é uma impressão nossa, mas não sabemos se realmente é isso, mas pensamos nisso.

Tomorrow Never Comes é emocionante, essa canção é como um piano que é tocado em um dia chuvoso, é assistir alguém que coloca todos seus sentimentos enquanto toca o piano com a chuva caindo la fora, é estar em uma sala de gostosa, confortável, quentinha ouvindo uma belissíma música, que nos toca, que nos faz refletir e que consegue fazer a gente buscar memórias de pessoas que amamos e que já não estão mais com a gente, essa canção é linda, é muito bem feita. Essa foi nossa impressão ao ouvir.

Disappear é uma música que tem presença, que é divertida, que possuí sonoridades autênticas, completamente criativas, com um isntrumental diferente, nós amamos cada sensação que essa faixa nos trouxe, ela nos conquistou, é uma faixa que nos pensar, que consegue nos alcançar os sentimentos mais profundos e isso é sensacional.

Sem mais spoillers, vocês precisam conferir o restante do disco, trabalho de instrumental alto nível, que traz sensações incríveis aos ouvintes, nós mamaos cada detalhe, é simplesmente tudo lindo e muito bem elaborado para proporcionar um experiência única e relaxante de contato com nós mesmos.

Ouça:

Se você ama música instrumental: tradução:

Tim Lea Young has just released a beautiful new album, a work brimming with peace, comfort, and sensations we love to feel, our bodies floating amidst delicate, well-crafted, and relaxing sounds—an album that has captivated us.

A Transformation Of Nature In Art combines contemporary experimental composition with a decidedly analog cast of characters: a 1966 Hammond M102 and its Leslie speaker, a 100-year-old Broadwood upright piano, and a guitar that belonged to Tim's late father.

Recorded over several years, the result is an album that treats "orchestral" and "playful" as compatible ideas: piano lines, Hammond crescendos, a 22-piece string orchestra, eccentric vocals, ambient recordings, guitar, and percussive elements.

The first track is "Greenacres," a song that spectacularly opens the album, showing us what the album is all about: a work that allows us to almost visualize nature, bringing us mental scenes that relax us, making us pause from the daily rush and completely immerse ourselves in a space of tranquility, where we can feel comfortable, full of good sensations. This song has a beautiful and highly complex instrumental execution, making us want to feel and hear each arrangement, leaving us floating and wanting to hear more and more of what's to come.

"The View" is the second track, a song that gives us a complete sense of immersion; it's almost like we hear raindrops. It's a feeling that disconnects us from everything bad, refreshes the mind, refreshes the soul. It's a song with high sound quality, personality, that grows with each passing second, mixing something like nature making room for something technological. It's our impression, but we don't know if that's really it, but we think so.

Tomorrow Never Comes is moving; this song is like a piano being played on a rainy day. It's like watching someone pour all their feelings into playing the piano while the rain falls outside. It's like being in a cozy, comfortable, warm room listening to beautiful music that touches us, makes us reflect, and evokes memories of loved ones who are no longer with us. This song is beautiful and very well-made. That was our impression upon listening.

Disappear is a song that has presence, that is fun, that possesses authentic, completely creative sounds, with a different instrumental. We loved every sensation this track brought us; it captivated us. It's a track that makes us think, that manages to reach our deepest feelings, and that's sensational.

Without further spoilers, you need to check out the rest of the album. High-level instrumental work that brings incredible sensations to listeners. We loved every detail; it's simply all beautiful and very well-crafted to provide a unique and relaxing experience of connecting with ourselves.

Listen:

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