Por: Victor Matheus
Chapalu lança novo single "Come What May" sendo uma canção de amor, inspirada em clássicos do cancioneiro americano, a qual "Fly Me To The Moon" seria uma influência atemporal.
A faixa apresenta uma sutil infusão de bossa nova que adiciona um calor contemporâneo à sua sensibilidade clássica, contando uma história de completa entrega, fidelidade e devoção que soa refrescantemente antiquada no cenário musical atual. A comunidade de compositores abraçou o lançamento com entusiasmo, com um ouvinte elogiando-o como "uma canção de amor bem elaborada que resistirá ao teste do tempo", enquanto outro destacou as "belas dissonâncias harmônicas que se resolvem de forma tão satisfatória", juntamente com suas atraentes mudanças de tonalidade. Além do trabalho de sintetizador do próprio Chapalu
Chapalu adotou uma abordagem verdadeiramente global para a produção musical, com gravações recentes realizadas em estúdios caseiros na Irlanda, Espanha, Brasil e EUA, antes da produção final no Reino Unido. Essa colaboração internacional traz influências culturais autênticas para a música, particularmente evidentes nas contribuições dos músicos brasileiros, que ajudam a moldar o som singular.
"Come What May" traz uma atmosfera elegante, com uma melodia que enche nosso coração de amor. É uma canção que podemos ouvir no cair da tarde pra noite, dentro do carro em uma viagem, em uma noite com alguém especial, é uma canção leve, suave, que faz a gente flutuar para longe.
"Come What May" podemos sentir influências do instrumental trazendo algo brasileiro, uma canção que soa familiar para gente e isso envolve perfeitamente os ouvintes. O som do piano (teclado) traz a sintonia, proporcionando uma harmonia encantadora para a canção.
"Come What May" é suave, contagiante, os vocais são delicados, fluem em nosso corpo, a nostalgia faz a gente sentir aquela vibe dos anos 80 com o love songs. É uma canção enriquecedora, com uma beleza surreal melódica. A sonoridade mostra dissonâncias harmônicas que são surpreendentes, os vocais que mudam de tonalidade e ainda um conjunto da obra que mostra uma canção que é resistente ao tempo, é antiquada, foge da mesmice atual e faz a gente ir para longe.
Ouça aqui:
jsjsjejejejejejejeejjejejeje
Ouça nossa playlist pop aqui:
jsjsjsjsjsjdjdjdjrjrjrjrjrj
English Text:
By: Victor Matheus
Chapalu releases new single "Come What May," a love song inspired by classic American songbooks, with "Fly Me To The Moon" being a timeless influence.
The track features a subtle infusion of bossa nova that adds a contemporary warmth to its classic sensibility, telling a story of complete surrender, fidelity, and devotion that is refreshingly old-fashioned in today's music scene. The songwriting community embraced the release enthusiastically, with one listener praising it as "a well-crafted love song that will stand the test of time," while another highlighted its "beautiful harmonic dissonances that resolve so satisfyingly," along with its characteristic tonal shifts. In addition to Chapalu's own synthesizer work,
Chapalu has developed a truly global approach to music production, with recent recordings made in home studios in Ireland, Spain, Brazil, and the USA, before final production in the UK. This international collaboration brings authentic cultural influences to the music, particularly evident in the contributions of Brazilian musicians, who help shape the unique sound.
"Come What May" has an elegant atmosphere, with a melody that fills our hearts with love. It's a song we can listen to at dusk, in the car on a trip, on a night with someone special; it's a light, soft song that makes us float away.
In "Come What May," we can feel the influence of the instrumental, bringing something Brazilian; it's a song that is familiar to us, and this perfectly envelops the listeners. The sound of the piano (keyboard) brings the harmony, providing an enchanting balance to the song.
"Come What May" is smooth, contagious; the vocals are delicate, flowing through our bodies; the nostalgia makes us feel that 80s vibe with love songs. It's an enriching song, with a surreal melodic beauty. The sound reveals surprising harmonic dissonances, vocals that shift in tonality, and an overall work that showcases a song that is timeless, old-fashioned, escapes current clichés, and transports us far away.
Listen here:

0 Comentários