Por: Tati Teixeira
Basil Babychan acaba trazer ao mundo seu novo e poderoso álbum, um trabalho instrumental incrível que nos enche de emoção, tranquilidade e pensamentos, uma faixa atrás da outra, todas nos proporcionando uma experiência incrível.
The Cadence of Infinity marca um momento decisivo na evolução artística de Basil Babychan – um álbum instrumental neoclássico e clássico moderno que une o etéreo ao visceral. Composto por oito faixas, o álbum inclui sete singles lançados anteriormente que já conquistaram o público, agora unificados sob um arco temático que culmina na poderosa nova faixa-título.
A peça central do álbum, “The Cadence of Infinity”, é um hino orquestral crescente que entrelaça motivos expressivos de piano, cordas arrebatadoras, saxofone solo, texturas de guitarra elétrica e percussão orquestral dinâmica. Captura a essência do movimento para a frente – uma metáfora musical para o potencial ilimitado e a transcendência emocional.
A faixa que inicia o álbum é a que da nome a ele, já em seu inicio conseguimos perceber o quanto esse disco soa diferente, um trabalho encantador que consegue sugar todas as nossas energias, captando toda nossa atenção para dentro dele, imediatamente deixamos de lado toda nossa rotina caótica para mergulhar em um ambiente delicioso de muita energia, talento e totalmente imaginativo, onde montamos imagens mentais e nos deixamos flutuar, é um trabalho que nos permite encontrar nossa essência através de suas sonoridades.
Phantasm chega como a segunda faixa, trazendo um clima que nos encanta, uma música muito bem pensada, instrumental que nos faz vagar em nossa mente, que consegue unir elementos clássicos com batidas modernas, uma música que traz luz em meio a sombras em nossa mente, que nos faz ver energia, que nos coloca para pensar, que nos traz um pouco de nostalgia de infância, que desenha em nossos pensamentos uma imagem de uma ambiente que é intrigante, novo e cheio de emoções, é lúdico e ao mesmo tempo real, nós amamos as sensações que essa música nos despertou.
A terceira faixa nos acalma, nos coloca em clima de meditação, mergulhamos em um ambiente totalmente cheio de paz, as sonoridades nos colocam na profundeza de nossos sentimentos, uma música que nos conecta a tudo que achamos importante, com uma sonoridade que nos deixa um pouco propensos a pensar em emoções que queremos libertar, e assim as libertamos, uma música para nos fazer pensar na vida, essa faixa é linda e magnifica.
A quarta canção traz um clima futurista, carregado de vibrações, é uma música que tem drama, que constroi imagnes cinematográficas em nossa mente, que nos estrutura para ficar firme no que esta por vir, essa música é um vento forte que nos atinge, nos desperta, nos faz sentir fortes, uma composição clássico e moderna, nós amamos muito.
Sem mais spoillers, esse trabalho está lindo, um disco repleto de sonoridades que ganham nosso coração, uma canção atrás da outra, todas nos fazendo sentir vivos, nos desligando do superficial e nos conectando com o que realmente faz sentido, nós amamos.
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