Ian Mathias-Baker traz impressionante álbum de estreia

 

Por: Tati Teixeira 

O brilhante, versátil e extremamente talentoso Ian Mathias-Baker acaba de jos proporcionar uma verdadeira experiência musical transcedental em seu delirante, vivo e lúdico álbum de estreia,  uma combinação maravilhosa de arranjos que nos permite viver algo único.

O novo álbum Specific Gravity do compositor e produtor Ian Mathias-Baker é caracteristicamente conciso, mas com uma profundidade que a sua brevidade desafia. Lançado em 8 de abril de 2024, o projeto de 6 faixas é composto principalmente por um conjunto de peças instrumentais combinadas com peças inspiradas nas obras de T. S. Eliot e Charles Bukowski.

Mathias-Baker sempre foi ferozmente resistente a classificações: deslizando de forma desarmante entre falhas distópicas, contraponto barroco e pop ou rock mais mainstream. Num minuto, ele está produzindo um electro chill-out agridoce (Sungrazers), no momento seguinte, um emo-pop underground (Jemma Willard) e, no outro, remixando alguns dos grandes nomes do Hip Hop. Portanto, não é exatamente uma surpresa que este novo lançamento tenha sido difícil de prever estilisticamente.

A primeira faixa é Mythic texts: I , uma faixa cheia de energia,  personalidade,  de arranjos únicos que já mostra a que o álbum vejo, na primeira faixa já nos entregamos aos arranjos jos brilhantes e bem colocados,  há mergulhamos nessa narrativa única de um artista que tem talento,  audácia e muita qualidade.

Mythic texts:II da sequência aia sentimentos despertados pela primeira canção,  ela nos joga em meio a um espaço vazio,  como se fosse a atmosfera lunar, flutuamos e damos de cara com nossos próprios sentimentos,  é sensacional,  um encontro com nossos mais profundos anseios, é demais, muito bem feito, transcendental.

Mythic texts: III nos faz perceber que nesse momento do álbum demos adeus a nossa rotina caótica para flutuar em ondas sonoras que soam frescas e que conseguem encontrar nosso coração,  o mundo parece mais honesto e menos superficial ao ouvirmos essa faixa,  tido flutua em um espaço onde só podemos ser atingidos por nossos próprios sentimentos.

O disco segue e chega a impressionante This is The way The World End nos mostrando a enorme versatilidade de Ian que une ao álbum de forma magnífica o hip-hop,  ele sabe trabalhar e ser intenso em todos os gêneros, sensacional,  poderoso, cheio de atitude, personalidade própria,  uma música única  

Sem mais spoillers vocês precisam conhecer esse disco de arrepiar,  é vivo, é cheio de densidade musical, é de aplaudir de pé. 

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Tradução 

The brilliant, versatile and extremely talented Ian Mathias-Baker has just provided a truly transcendental musical experience on his delirious, lively and playful debut album, a wonderful combination of arrangements that allows us to experience something unique.

Composer and producer Ian Mathias-Baker's new album Specific Gravity is characteristically concise, but with a depth that its brevity defies. Released on April 8, 2024, the 6-track project is primarily comprised of a set of instrumental pieces combined with pieces inspired by the works of T. S. Eliot and Charles Bukowski.

Mathias-Baker has always been fiercely resistant to classification: sliding disarmingly between dystopian glitches, baroque counterpoint, and more mainstream pop or rock. One minute he's producing bittersweet electro chill-out (Sungrazers), the next underground emo-pop (Jemma Willard), and the next he's remixing some of Hip Hop's biggest names. So it's not exactly a surprise that this new release was difficult to predict stylistically.

The first track is Mythic texts: I, a track full of energy, personality, unique arrangements that already show how I see the album, in the first track we already surrender to the worn and well placed jos arrangements, we dive into this unique narrative of a artist who has talent, audacity and a lot of quality.

Mythical texts: II of the aia sequence feelings awakened by the first song, it throws us in the middle of an empty space, as if it were the lunar atmosphere, we float and come face to face with our own feelings, it is sensational, an encounter with our deepest desires , it's awesome, very well done, transcendental.

Mythic texts: III makes us realize that at this point in the album we said goodbye to our chaotic routine to float on sound waves that sound fresh and that manage to find our heart, the world seems more honest and less superficial when we listen to this track, it had floated in a space where we can only be reached by our own feelings.

The album continues and arrives at the impressive This is The way The World End showing us Ian's huge new features, which include hip-hop, he knows how to work and be intense in all genres, sensational, powerful, full of attitude, own personality, unique music

Without further spoilers, you need to know this chilling album, it's alive, it's full of musical density, it's a standing ovation.

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