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Entrevista com Future Island sobre show no Brasil e novos projetos

O grupo de synthpop norte-americano Future Islands realizou seu show de retorno ao Brasil no domingo (13), em apresentação única para o Balaclava Fest, em São Paulo.
Tivemos a chance de conversar por telefone ontem com o tecladista Gerrit Welmers, confira:

Vocês finalmente retornaram ao Brasil após 7 anos! Como foi reencontrar o público brasileiro ontem?
Foi incrível, o show da noite passada foi muito bom.Nós nos divertimos muito.

Após tantos anos na estrada, qual a maior mudança na banda?
Bem... Creio que a maior mudança é que os shows cresceram, estamos fazendo turnês há muito tempo e começamos de baixo, fazendo shows em baladas, clubes, bares pequenos, esses lugares. Agora os shows estão bem maiores, essa é a maior mudança porque nós não mudamos muito.
 
O que vocês preferem: tocar em festivais para multidões ou em casas de shows menores?
Acho que prefiro shows em casas menores e clubes. Festivais são bem legais, você pode tocar para um público diferente que nunca te ouviu. Nas casas menores você pode interagir mais com os fãs.

Li em entrevista pra Rolling Stone que você cresceu ouvindo bandas como Ozzy Osbourne e Misfits. Como você acha que esse som influencia seu processo criativo?
Provavelmente sou influenciado pelos Misfits... As músicas grudam na mente, acho que tentamos fazer isso e também tínhamos uma atitude punk quando começamos. 

Qual sua música favorita do último álbum da banda, The Far Field? Acho difícil responder, é um álbum muito bom!
Muito obrigada! Acho que gosto de Through the Roses.

Vocês já tem um novo projeto em mente? 
Nós acabamos de ter um momento de pausa, mas estamos capturando ideias, temos algumas coisas e um bom ponto de início para o próximo, pode ser um EP, não sabemos.
Vocês escrevem quando estão na estrada?
Não escrevemos durante turnês, mas começamos a gravar ideias de melodias após a passagem de som e depois trabalhamos naquilo que gostamos.

Podemos esperar músicas em breve ou não?
Não tão cedo, mas provavelmente mostraremos algo ao vivo.

Quando viajam para países diferentes como na América do Sul, vocês se inspiram com as culturas e tentam incorporar isso ao seu som?
Estamos sempre sendo inspirados pelas culturas ao redor do mundo, e a turnê por aqui tem sido muito, muito boa. Quando voltamos pra casa, tentamos refletir sobre isso.

Espero que estejam se divertindo no Brasil e que voltem logo! Não esperem 7 anos novamente (risos).
Sim, esperamos voltar muito em breve.
Entrevista: Larissa Katharine

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