JK Jerome está de volta com mais um single que nos emociona e arrepia




Por: Tati Teixeira

JK Jerome acaba de nos dar um presente, uma canção linda que nos deixa completamente envolvidos do inicio ao fim, trabalho que nos enche de sensibilidade e nos desperta emoções que já tinham adormecido, nós amamos.

A música "Profanity" tem uma história real por trás. É uma conversa com o eu mais jovem, enraizada na infância pobre na Grã-Bretanha dos anos 90, centrada na frase: "Profanity is a single parent family" — ressignificando o estigma antes imposto às mães solteiras pela imprensa sensacionalista de Murdoch. É o tipo de faixa que oferece ao crítico algo significativo sobre o que escrever.

A música trz uma sonoridade acústica, intimista, folk, muito bem trabalhada que nos conecta ao artista e acaba por nos conectar a essa história, nos sentimos completamente envolvidos e vivendo cada palavra contada, seus arranjos conseguem nos colocar dentro da música, nos faz sentir vivos e acessa nossas emoções, nos identificamos com a canção que tem sentimentos, que conta uma história com a qual a gente se sente familiarizado. Essa música carrega a um pouco da história de cada um de nós, ela é doce sem deixar de ser poderosa e densa.

Faixa que traz vocais que se combinam perfeitamente com a letra e com o ritmo, vocais que dão vida e alma as palavras expressadas, que consegue carregar ao ouvinte sentimentos, uma voz afinada que atinge tons que dão intensidade a canção, é muito bem feito, essa canção é um hit que ao ouvir uma vez não conseguimos parar de ouvir, é viciante e traz um folk do qual sentimos muita falta, profundo, interessante, cheio de densidade de composição, amamos.Sem dúvida uma das melhores cançõe de folk que ouvimos esse ano.

Ouça agora:

Se você ama folk: Tradução:

JK Jerome has just given us a gift, a beautiful song that completely captivates us from beginning to end, a work that fills us with sensitivity and awakens emotions that had been dormant. We love it.

The song "Profanity" has a true story behind it. It's a conversation with my younger self, rooted in a poor childhood in 1990s Britain, centered on the phrase: "Profanity is a single parent family"—reinterpreting the stigma previously imposed on single mothers by Murdoch's sensationalist press. It's the kind of track that offers the critic something meaningful to write about.

The music has an acoustic, intimate, folk sound, very well crafted, that connects us to the artist and ultimately connects us to this story. We feel completely involved and living every word told. Its arrangements manage to place us inside the music, making us feel alive and accessing our emotions. We identify with the song, which has feelings, which tells a story with which we feel familiar. This song carries a bit of each of our stories; it's sweet without ceasing to be powerful and dense.

The track features vocals that perfectly complement the lyrics and rhythm, vocals that give life and soul to the words expressed, managing to convey feelings to the listener. A tuned voice that reaches tones that give intensity to the song is very well done. This song is a hit that, once heard, you can't stop listening to; it's addictive and brings a folk sound that we've been missing so much—deep, interesting, full of compositional density. We love it. Without a doubt, one of the best folk songs we've heard this year.

Listen now:

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