Por: Tati Teixeira
Chameleous acaba de lançar seu novo e poderoso disco, um trabalho que chama a atenção com um rock muito bem feito, cheio de atitude, autenticidade e poder, impressiona pelas pausas, pela guitarra, pela forma como eles organizam perfeitamente as músicas para elas serem impactantes aos ouvintes, rock cru, e sensacional.
Wicked Din, mistura rock clássico moderno com influências psicodélicas, alternativas, roots e americana, resultando em um som melódico, aventureiro e difícil de rotular. Essas músicas não foram escritas para seguir tendências. Muitas evoluíram ao longo de anos antes de ganharem vida pelas mãos de uma banda de músicos experientes que compartilham o compromisso com composições reflexivas, performances dinâmicas e produção autêntica.
E a primeira faixa já chega mostrando isso, com um rock cru, forte e cheio daquele clima de rock clássico que a gente ama, essa canção nos faz delirar, ela tem aquela sonoridade do rock que a gente sente saudade, que poucos fazem atualmente, com muita intensidade, qualidade poder, uma canção que chega mostrando que estamos de cara para um disco que é bem trabalhado, feito por quem sabe muito bem o que é fazer rock and roll.
A segunda canção da continuidade a esse clima de rock cru e psicodélico, único e autêntico, é aquele rock que tem presença com letras que nos expressão, como se nossos pensamentos estivessem sendo colocados ali, uma faia que nos representa muito bem que tem similiaridade com o que a gente gosta e enxerga, uma canção que nos fez ficar cantando junto, um pouco depois de conhecê-la, simplesmente poderosa e rica em detalhes, nós amamos o como ela nos faz sentir jovens e envolvidos, cheios de vida e nos reconectando aos nossos sentimentos.
Kiss Hello é a terceira canção, uma música que tem presença, que traz uma guitarra que nos faz imergir em pensamentos, um clima de rock mais denso, obscuro, com aquela energia naos 90, essa música nos conecta um pouco ao grunge e nós amamos isso. O instrumental é surpreendente, psivodélico, com sintetizadores, único, um som que nos envolve e que nos deixa cheios de nós mesmos, com um refrão que gruda, cola, nos faz ficar completamente entregues a canção, é aquela energia que nos falta, nós amamos essa faixa.
A quarta canção é a que dá nome ao álbum, com batidas poderosas que dão ritmo ao seu inicio, com uma mescla com sonoridades autênticas, psicodélicas, únicas que nos fazem viajar, que nos permitem sair da nossa atmosfera para entrar de cabeça nessa canção, os vocais chegam acompanhando esse ritmo, essa melodia intensa, nós embarcamos em uma jornada que explode em seu refrão e nós estamos nos sentindo como se estivessemos voando, nessa canção que muda de ritmo, que muda de sonoridade com o passar de seu tempo, nós amamos a energia dessa faixa, rock que tem presença, força, qualidade e que nos liberta, é sensacional.
Sem mais spoillers, esse disco é simplesmente uma obra de arte do rock contemporâneo, sem deixar de ser inovador e cheio de surpresas, nós ficamos impressionados com tanta qualidade instrumental, vocal e de letra, esse disco mexeu com a gente e nos fez reconctar novamente ao rock e também as nossas emoções, um disco admirável e de muita expressão.
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